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O que é marketing de conteúdo?


marketing de conteúdo é uma técnica de desenvolvimento e compartilhamento de conteúdo relevante e consistente para converter prospects em clientes, e os clientes em compradores reincidentes. Esse processo gera uma relação de confiança que vai estimular as suas vendas, e também, vai assegurar a amplificação da presença da sua marca.
marketing de conteúdo se fundamenta no princípio de que ao oferecer algo de valor para o seu cliente de forma gratuita, você está alimentando um relacionamento saudável, apoiado na confiança, diferente do modelo tradicional.
Na era da tecnologia, ter um canal de comunicação com seus clientes é muito importante, seja através de um blog, uma lista de e-mail ou um perfil nas redes sociais. Hoje qualquer empreendedor de visão tem que reconhecer a importância desse canal, visto que é público os benefícios que esse canal pode trazer para os seus negócios.
Mas apesar de todos terem a consciência da necessidade, são muito poucos os empreendedores que assumem esse compromisso com o seu público. E mesmo sendo muito mais barato que o marketing tradicional é mais trabalhoso, a começar pelo desafio de um planejamento bem feito e consistente.
Não basta apenas produzir conteúdo e esperar que ele por si só te traga novos leads e retenha a sua audiência porque isso nunca vai acontecer. Portanto o seu primeiro passo deve ser o planejamento da estratégia de marketing de conteúdo.

Mas qual a importância do Marketing de conteúdo para o seu negócio online?

Marketing-de-conteudo
Talvez mais importante do que entender o que é o marketing de conteúdo, é entender porque omarketing de conteúdo é importante para o seu negócio. Primeiro, precisamos entender as quatro etapas do ciclo de compra:
  • Consciência: Quando o cliente tem a consciência da sua necessidade, mas ainda não está ciente de que há uma solução.
  • Pesquisa: Aqui é quando o cliente vai estar ciente de que há uma solução, e ele irá realizar pesquisas para aprender sobre essa possível solução. Por exemplo, um comprador de carro vai tentar descobrir os tipos de carros existentes no mercado, e qual deles irá atender suas necessidades.
  • Consideração: Neste momento, o cliente começa a comparar produtos de diferentes fornecedores para se certificar de que eles estão recebendo um produto de alta qualidade a um preço justo.
  • Compra: E finalmente, o cliente faz a sua decisão e avança com a negociação.
A publicidade e o marketing tradicionais podem fazer diferença quando se trata das duas últimas etapas, mas para o processo das duas primeiras o que resolve é o marketing de conteúdo pois é ele que vai gerar informação para o cliente descobrir que o seu produto existe e vai ensiná-lo a respeito desse produto e como ele funciona, para convencê-lo de que ele é a melhor opção para a sua necessidade.
marketing de conteúdo vai gerar informações para que o seu público possa tomar uma decisão de compra embasada, onde elas se sintam seguras, para que elas conheçam a sua marca, saibam que você tem autoridade no seu segmento, e isso aumenta a possibilidade delas fecharem negócio com você.
A importância de você ter um conteúdo bem direcionado para o seu público é que você consegue atrair e engajar as pessoas certas, que tem realmente potencial para interagir com a sua marca e comprar o seu produto ou serviço.

ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA DE CONTEÚDO:

Defina os seus objetivos:

Defina objetivos claros para a sua estratégia, onde você quer que ela o leve, ao sucesso? O que é o sucesso pra você? Ter leitores mais seduzidos pela  sua marca? Ou angariar leads para vender mais o seu produto ou serviço?
Estabeleça números que você quer atingir dentro de um determinado tempo: Quero alcançar 1000 leitores mensais, 10.000 num ano, depois que você tiver um objetivo claramente definido fica mais fácil passar adiante.

Conheça o seu público-alvo:

Quem são os seus clientes potenciais? E do que eles precisam? Quanto mais você entenderquem é o seu cliente, para quem você está direcionando o seu conteúdo, mais fácil será você produzir um conteúdo direcionado para essas necessidades e que vai levar a uma conversão. Um público-alvo bem definido significa um marketing de conteúdo mais efetivo.

Encontre as estrelas nas Mídias sociais:

Este é um trabalho relativamente simples.
Faça uma busca pelas principais redes sociais, descubra pessoas formadoras de opiniões dentro do seu nicho de mercado e tente se relacionar com eles. Interaja, peça feedback, entre em contato e mantenha uma lista desses nomes como ferramenta de CRM, pois eles são pessoas influenciadoras e seria muito bom que qualquer dia desses ele possa compartilhar um conteúdo seu!

Defina sua voz editorial:

Pense em que abordagem você quer que tenha o seu blog: Quer que ele seja mais formal ou mais descontraído? Você quer falar ao seu público de uma maneira sofisticada ou quer ser amigável? Quero passar uma imagem séria e de profundo profissionalismo ou alegre e agradável?
De uma coisa todos nós já temos a certeza, as pessoas andam cansadas de tanto formalismo e burocracias, tensões e tristezas. Portanto seja lá qual for a sua voz editorial escolhida procure tratar as pessoas como seres humanos, que tem sentimentos e desejos, assim você vai trazer o seu cliente cada vez mais pra perto de você e do seu negócio.

Planejamento da sua agenda editorial:

Disciplina e consistência são primordiais para que o seu conteúdo tenha sucesso. Portanto para facilitar as coisas e garantir que você se manterá na rotina é muito importante que você siga um roteiro de trabalho feito por você mesmo. O que poderíamos chamar de uma agenda editorial! Eu uso a minha própria agenda para fazer um cronograma semanal e anotar tudo o que preciso fazer cada dia da semana, assim fica mais fácil e eu não perco o foco!
Quer um exemplo?
Segunda – Interação nas redes sociais, comentários em outros blogs, responder emails e comentários, fazer uma lista de auto-responder e estudar;
Terça – Colocar uma meta do mês em prática,  estudar;
Quarta – Produzir 5 artigos para o blog com imagens editadas, responder emails e comentários:
Quinta – Produzir 3 Vídeos para o canal editados, responder emails e comentários, interação nas redes sociais;
Sexta – Interação nas redes sociais, enviar emails para a lista, colocar mais um pouco da meta mensal em prática;
É assim que eu resolvo o meu problema com disciplina e organização no trabalho. Lógico que só coloquei aí alguns dos meus afazeres como exemplo, se está ali anotado o que você precisa fazer a semana toda, é só seguir e tá pronto o seu trabalho.
O importante é que seu leitor se acostume com a sua frequência e saiba que sempre que ele voltar, vai ter conteúdo novo para que ele possa consumir.

Promoção do conteúdo:

Um monte de gente acredita que audiência boa é só aquela que vem organicamente. Mas como exemplo, se você posta algum conteúdo no Facebook, organicamente e ele só vai alcançar mais ou menos 5% do seu público, ou seja, uma quantidade muito pequena de pessoas que te seguem vão ver o que você publicou. E o processo de ranqueamento de um artigo do seu blog no Google pode ser bastante demorado por questões de optimização ou mesmo de estrutura do seu blog. Então se você cria ótimos conteúdos mas não promove esse conteúdo, não fazendo com que ele chegue até o maior número de pessoas possível, seu trabalho vai ser em vão!
Portanto é preciso ter uma estratégia muito bem estruturada para que você consiga fazer o seu conteúdo chegar até as pessoas. Encontrar canais de divulgação é a chave para uma estratégia bem-sucedida de marketing de conteúdo. Se você publica o conteúdo mas ninguém lê, é como se ele não existisse, as pessoas nunca vão ficar sabendo que você tem tanta coisa boa a oferecer, então compartilhe-o e se possível busque ajuda das suas estrelas para atingir melhores resultados.

Mensuração:

Na realidade conteúdo sem conversão não é marketing de conteúdo e sim é a disponibilização de conteúdos gratuitos, eles não geram renda, pelo contrário só dão é despesas.
É necessário que tenhamos um plano de gerenciamento para que o conteúdo cumpra com o seu objetivo que é gerar renda para os seus negócios.
E para fazer esse gerenciamento você tem que acompanhar os resultados da sua estratégia através do Google Analytics ou de outra ferramenta que você prefira usar, para poder fazer ajustes quando necessário.

A EXECUÇÃO DA ESTRATÉGIA DE CONTEÚDO:

Agora que você já tem planos e objetivos traçados esta na hora de colocar a mão na massa e operacionalizar o seu projeto.
É preciso definir quanto deve investir, se é preciso contratar um profissional ou se você vai encarar tudo sozinho. Alguns optam por contratar um profissional para desenvolver os conteúdos, mas isso vai depender da sua disponibilidade de verba.

Estou pronto para começar a produção de conteúdos, mas estou sem ideias:

Encontre os problemas que a sua audiência enfrenta e ajude-a a resolvê-los. Pergunte aos seus leitores sobre o que eles gostariam de ler! Pesquise a fundo o interesse do seu público-alvo.
Depois com todos os interesses anotados cabe a você pesquisar sobre as palavras-chaves no planejador de palavras-chave do Google Adwords e obter ideias sobre o que escrever. Posso garantir que se você fizer um trabalho bem feito, ideias para conteúdo nunca irão te faltar.

Um bom título é primordial:

O seu título é a primeira e talvez a única impressão que o seu visitante terá em relação ao seu conteúdo. É baseado na impressão que ele teve do seu título que ele vai decidir se vale a pena continuar a leitura ou não.
Sem um excelente título que chame a atenção do leitor e deixe claro do que se trata o artigo, você jamais vai transformar os seus visitantes em leitores do seu conteúdo.
Uma boa maneira para pensar em títulos atraentes é assegurar que ele explique bem a que veio e desperte a curiosidade do leitor em absorver o restante do conteúdo.

Crie modelos editoriais:

Modelos editoriais são fórmulas de escrita para produzir artigos comuns.
Com esses modelos você pode acelerar e muito o processo de produção de conteúdo.
Escolha alguns modelos para o seu blog, mas não leve a ferro e fogo, você tem um padrão mas pode perfeitamente fugir a ele de vez em quando. O importante é ter alguns padrões para acelerar e dinamizar o seu trabalho.
Exemplos de padrão:
  • 5 Dicas de como escrever um artigo;
  • Artigo passo-a-passo de como executar uma estratégia:
  • Como fazer seu email marketing converter melhor.

Distribuindo o seu conteúdo:

Assim como falamos no planejamento, da importância de fazer o seu conteúdo chegar até o maior número de pessoas possível, na execução também se faz necessário a disseminação desse conteúdo. Vamos ver algumas dicas de como você pode conseguir distribuir esse conteúdo e assim tentar buscar mais audiência.
  • Faça Guest Post em outros blogs;
  • Envie seu conteúdo para agregadores de conteúdo;
  • Promova o artigo nas redes sociais;
  • Encontre influenciadores e peça ajuda para espalhar seu conteúdo caso eles o achem relevante;

Fidelizando seu público:

É muito importante aumentar cada vez mais o engajamento do leitor com seu conteúdo a fim de estreitar os laços e melhorar o relacionamento para se chegar ao fim desse funil que é a venda.
Então você deve fazer o possível para que o seu leitor consuma o máximo de conteúdo que está disponibilizado para ele. Mas como fazer isso?
Confira:
Links Internos – Eles melhoram a navegabilidade do seu blog, facilitando que o leitor consuma cada vez mais conteúdo;
Comentários – Convide os seu leitores a comentar, pois assim irá aumentar o engajamento dele com você;
Compartilhamento – Não é vergonha nenhuma pedir ao seu leitor que se gostou do artigo e acha relevante que compartilhe com os seus amigos.
Posicione bem os botões de compartilhamento para que você possa facilitar esse processo.
Textos interativos – Enquetes, perguntas para os leitores, etc. Inicie posts em conversas com sua audiência.
Posts relacionados – Use um plugin para exibir links para posts relacionados no final do seu conteúdo, isso também leva o leitor a navegar por mais tempo no seu blog.
Utilizando dessas dicas você vai conseguir que o leitor fique mais tempo no seu blog e por consequência vai consumir mais conteúdo e passar a acreditar cada vez mais em você.

CONCLUSÃO:

Bem, no decorrer desse artigo você aprendeu os principais passos para começar com a sua estratégia de marketing de conteúdo. Expliquei o que é o marketing de conteúdo, qual a importância dele para o seu negócio, orientei como é feito o planejamento da estratégia e a execução do processo. Agora é com você, optar por vir junto com a evolução do mercado ou ficar na mesmice e perder ponto para quem está se adaptando e fazendo a diferença.

Tapa-sexo de Sabrina Sato fica à mostra após ajuste de última hora em fantasia


Depois de imprevisto com roupa, apresentadora foi traída por maiô ao longo da avenida

Tapa-sexo de Sabrina Sato fica à mostra após desfile. Foto: AgNews




AgNews
Sabrina Sato desfila pela Vila Isabel

Depois de imprevisto com fantasia, Sabrina Sato não ficou completamente tranquila durante desfile pela Vila Isabel.
Ao longo do percurso na Sapucaí, no Rio de Janeiro, na madrugada de terça-feira (04), a apresentadora precisou arrumar diversas o maiô, que acabava ficando cavado demais.
Vale lembrar que a fantasia de Sabrina passou por ajustes de última hora.
Sem perder a pose e o ânimo de rainha de bateria, Sabrina acabou com o tapa-sexo à mostra ao final do desfile.

Conheça os plugues de tomada usados no mundo e evite stress em viagens

Em viagens internacionais, é cada vez mais comum levar ao menos o celular e o notebook. Tudo vai bem até chegar a hora de recarregar esses aparelhos. Você olha para a tomada e faz cara de interrogação enquanto segura o plugue. Boa parte do bom humor da viagem vai embora aí. Culpa dos padrões de plugues de tomadas em cada país.

"A primeira patente de tomada foi a americana e alguns países seguiram o modelo norte-americano. A Europa desenvolveu seu sistema elétrico mais ou menos na mesma época e adotaram um modelo diferente. Aí foi se diversificando e cada um adotando o seu padrão", explica Paulo Roberto dos Santos, professor de engenharia elétrica da Faculdade Anhanguera de Campinas (FAC).

Como cada nação possui suas próprias normas elétricas, é comum descobrir só no meio da viagem que é preciso adquirir um adaptador para conseguir ligar seu aparelho em uma tomada. Por isso, vale ficar atento. "O melhor é comprar o adaptador no Brasil e levá-lo para o país onde vai viajar para não chegar ao destino e precisar ficar procurando, decifrando o idioma", diz Paulo Roberto.

Perigo: alta (ou baixa) voltagem
Não é apenas a salada de padrões o único problema que o turista enfrenta em uma viagem. É importante também ficar atento à faixa de volts. "A Austrália e a Nova Zelândia trabalham com 240 volts. No Japão são 100 volts. Um DVD player brasileiro numa tomada de 240 volts pode tocar mais rápido. Ele corre até o risco de queimar", diz Paulo.

Por isso, sempre confira o número de volts da tomada antes de inserir o plugue. Felizmente, a indústria tem produzido aparelhos capazes de funcionar com diferentes voltagens. "Os aparelhos mais sensíveis já vem de fábrica com fonte própria: notebook, netbook, carregadores de celular. Eles conseguem funcionar com uma diferença grande de volts", explica o engenheiro. Para saber se seu produto pode ser usado em outro país, olhe a própria fonte do aparelho, ali está inscrito a faixa de volts que ele é capaz de funcionar.

Para você não errar e nem precisar sair de madrugada pelas ruas de outro país procurando adaptador, o UOL Viagem apresenta quais são os plugues dos principais países do mundo.
 
  • Arte/UOL
    Tomada tipo A (esquerda) e tipo B (direita)
América do Norte, Central e Japão (Tipo A e B)
Famoso também no Brasil antes da mudança do padrão de tomada, este plugue é composto por dois pinos achatados e paralelos. Nos Estados Unidos, um dos pinos costuma ser mais largo do que o outro (isso pode dificultar a conexão de um produto elétrico americano a uma tomada japonesa, por exemplo).

Em alguns casos, o plugue contém também uma entrada para fio terra: um pino redondo logo abaixo das duas abas.

  • Arte/UOL
    Tomada tipo C
Europa – Exceto Reino Unido (Tipo C, E, F, J, L)
Este plugue, o tipo C, era o mais comum no Brasil antes da alteração do padrão. Você provavelmente ainda se lembra dele. Possui dois pinos arredondados e paralelos. É o plugue mais comum em todo o mundo.

Variações:
Alguns países fizeram adaptações neste plugue para torná-lo mais seguro. Felizmente, essas modificações permitem a ligação de aparelhos elétricos que possuem a tomada tipo C em seus plugues. No entanto, em alguns casos, os pinos podem até entrar, mas o formato do plugue pode ser diferente, dificultando sua colocação. Por isso, a dica é procurar um adaptador.
 

  • Arte/UOL
    Tomada tipo F
Alemanha, Áustria, Bulgária, Croácia, Espanha, Estônia, Finlândia, Grécia, Holanda, Hungria, Islândia, Portugal, Noruega, Rússia, Suécia

Nesta versão de tomada, definida como tipo F, duas de suas extremidades são clipes usados como fio terra.




  • Arte/UOL
    Tomada tipo E
Bélgica, França, Polônia, República Checa e Eslováquia

Um plugue redondo, com dois pinos arredondados e paralelos com um pequeno orifício no alto. Esta versão, a tipo E, evita choques e aumenta o uso do fio terra.



  • Arte/UOL
    Tomada tipo L

Itália

No país da bota e em outros, a tomada é a tipo L, com três pinos paralelos e de igual tamanho. Aqui é preciso prestar atenção na diferença de amperes. Existem dois modelos: um para 10A e outro para 16A. O primeiro é o mais comum e funciona normalmente com tomadas tipo C. Já o plugue para 16A possui mais espaço entre os pinos e eles são mais largos. Não deve ser usado com tomadas tipo C. Vale ficar atento para não causar nenhum acidente.

  • Arte/UOL
    Tomada tipo J
Suíça

O país criou um padrão parecido com o brasileiro, no entanto, eles não são compatíveis. O plugue tipo J possui três pinos redondos, dois paralelos e um outro, central.




  • Arte/UOL
    Tomada tipo G
Reino Unido (Tipo G) (Bahrein, Cingapura, Emirados Árabes, Escócia, Inglaterra, Hong Kong, Irlanda, Malásia, Uganda)

Considerada a tomada mais segura do mundo, o padrão britânico é identificado pelos três retângulos que formam o desenho de um triângulo. Seus plugues possuem um fusível. Ao adquirir um adaptador, é importante informar-se sobre o número de ampères para seu aparelho funcionar corretamente.

  • Arte/UOL
    Tomada tipo D
Ásia Meridional (Tipo D) (Índia, Sri Lanka, Nepal, Namíbia, Paquistão, Qatar)

Usado antes dos anos 1960 no Reino Unido, esta tomada ainda é padrão na Índia, Paquistão e outros países da região. Ela possui três pinos largos e redondos, formando o desenho de um triângulo.


  • Arte/UOL
    Tomada tipo H

Israel (Tipo H)

Utilizada somente em Israel, esta tomada possui três pinos largos e redondos formando um "V". Apesar de seu desenho peculiar, ele aceita plugues do tipo C (padrão europeu).



  • Arte/UOL
    Tomada tipo I

Argentina e Oceania (Tipo I)
(Austrália, Argentina, Fiji Nova Zelândia, Papua Nova Guiné)


Esta tomada possui três pinos achatados. Dois na diagonal e outro na posição vertical, na parte inferior.



  • Arte/UOL
    Tomada tipo M

África do Sul (Tipo M)

Possui três pinos largos e redondos, formando o desenho de um triângulo. É bem similar ao plugue usado na Ásia Meridional, porém, esse tem pinos mais largos. A tomada tipo M também é usada na Suazilândia e em Lesoto.


 

  • Arte/UOL
    Tomada tipo N

Megaestudo tentará criar 'cérebro digital'


Imagem: Human Brain Project (BBC)
Human Brain Project mobiliza cientistas de 135 instituições
Inicia-se na Europa um gigantesco projeto que pretende, no decorrer de dez anos, revolucionar nossa compreensão do cérebro humano e criar um "cérebro digital".
Cientistas de 135 instituições - na maioria, europeias - estão participando do Human Brain Project (Projeto Cérebro Humano, ou HBP).

Aprendizado
Além de desenvolver a tecnologia necessária para criar um computador que simule o funcionamento do cérebro, o projeto também visa a construir um banco de dados que reunirá milhares de estudos publicados anualmente no campo da neurociência.
"Devemos começar a compreender o que torna o cérebro humano único, os mecanismos básicos por trás da cognição e do comportamento e como diagnosticar objetivamente doenças cerebrais", disse Henry Markram, diretor do HBP na Ecole Polytechnique Fédérale de Lausanne (EPFL), na Suíça.
Segundo ele, o objetivo é construir novas tecnologias inspiradas na forma como o cérebro "computa".
Os cientistas envolvidos dizem que as tecnologias atuais de computação não são suficientes para simular funções cerebrais complexas. Mas dentro de uma década, supercomputadores deverão ser poderosos o suficiente para criar uma primeira simulação do cérebro humano - ainda que em versão "rascunho".
Paralelamente, será preciso desenvolver computadores com maior capacidade de memória para processar as vastas quantidades de informação que serão geradas.
O HBP pode ser visto como um equivalente, na neurociência, ao Projeto Genoma Humano, que envolveu milhares de cientistas de todo o mundo trabalhando juntos para sequenciar nosso código genético. Aquele estudo levou mais de uma década e custou centenas de bilhões de dólares.
Mas enquanto o Projeto Genoma mapeou cada uma das três bilhões de bases químicas que compõem o nosso DNA, o Projeto Cérebro Humano - que vai custar em torno de US$ 1,6 bilhão - não se propõe a mapear todo o cérebro humano.
Com cerca de 100 bilhões de neurônios (células nervosas) e 100 trilhões de conexões sinápticas, nosso cérebro é complexo demais.
Então, a ideia é criar várias simulações por computador.
Cientistas da University of Manchester, na Inglaterra, estão construindo um modelo que simulará cerca de 1% da função cerebral. O projeto SpiNNaker é liderado por Steve Furber, um pioneiro da indústria da computação.
"Passei minha carreira construindo computadores convencionais e vi seu desempenho crescer espetacularmente", disse Furber. "Ainda assim, eles têm dificuldade de fazer coisas que os seres humanos fazem instintivamente. Até bebês pequenos conseguem reconhecer suas mães, mas programar um computador para reconhecer uma pessoa em particular é possível, mas muito difícil".

Computadores Neuromórficos

Cérebro x Computador

Computadores são excelentes para fazer operações simples com rapidez. São capazes de fazer cálculos matemáticos, por exemplo, com muito maior velocidade do que o homem. O cérebro, no entanto, é muito mais eficiente quando se trata de realizar tarefas que envolvem compreensão e aprendizado.
Os chamados supercomputadores estão ficando cada vez mais rápidos. Os maiores possuem velocidades de processamento medidas em petaflops, ou 1000 trilhões de operações por segundo. (A sigla Flops quer dizer Floating Point Operations per Second.)
O supercomputador chinês Tianhe-2, o mais poderoso do mundo, é capaz de realizar 34 petaflops por segundo, mas essa capacidade pode subir para 100 petaflops por segundo.
No entanto, para que apenas comecemos a simular a atividade do cérebro humano em tempo real, será necessário um computador exaflop - dez vezes mais rápido do que o Tianhe-2 funcionando em potência máxima.
Acredita-se que o primeiro computador exaflop, capaz de um bilhão de bilhões de cálculos por segundo, será desenvolvido dentro de alguns anos.
Se utilizasse tecnologias atuais, no entanto, um computador tão poderoso como esse precisaria de quase uma usina de energia inteira para alimentá-lo. O cérebro humano, em comparação, precisa de apenas 30 watts, a energia necessária para acender uma luz.
Desvendar o segredo do aprendizado - os cientistas acreditam - traria vastos benefícios para a tecnologia da informação, resultando em computadores neuromórficos, ou seja, máquinas capazes de "aprender", como o cérebro humano.
"Com esse conhecimento, poderíamos produzir chips de computador com habilidades cognitivas específicas que imitam o cérebro humano. Por exemplo, com habilidade de analisar multidões, ou de tomar decisões a partir de vastas quantidades de informações complexas", disse Markram.
Esses cérebros digitais também permitiriam que pesquisadores comparassem, usando modelos computadorizados, cérebros saudáveis e doentes.

Doença Cerebral

Um objetivo central do HBP é permitir que os especialistas tenham uma compreensão mais científica das bases das doenças do cérebro, criando um mapa dos transtornos neurológicos e mostrando como eles se relacionam uns com os outros. A equipe espera que isso ajude profissionais de saúde mental a diagnosticar e tratar doenças do cérebro.
Por seu alto custo, o HBP está sendo alvo de críticas. Alguns acham, por exemplo, que o projeto pode drenar recursos que poderiam ser destinados a outros projetos de pesquisa neurocientífica.
Outros questionam se o HBP não seria ambicioso demais, e se será mesmo capaz de atingir seu objetivo: produzir, dentro de uma década, uma revolução na forma como entendemos o cérebro humano.
Steve Furber acredita, no entanto, que este é o momento de tentar: "Vamos fazer progresso, mesmo se não atingirmos aquele objetivo final. E (esse progresso) trará grandes benefícios para a medicina, a computação e a sociedade".