Hamilton: "It's an Incredible Feeling"
Lewis Hamilton wins the Hungary GP. His first win of this season.
It was a hot one (50 celcius) and lot of touches.
1. Hamilton
2. Raikkonen
3. Vettel
4. Webber
5. Alonso
6. Grosjean
7. Button
8. Massa
9. Perez
10. Maldonado
(Photo: XPB Images)
#racerlink #f1
Papa chega para celebrar missa de envio em Copacabana; veja ao vivo
A Jornada Mundial da Juventude existe há 30 anos - mas Jorge Mário Bergólio ainda não tinha participado desse evento. Nem como bispo, nem como cardeal. A chegada, nesta quinta-feira (25), àquele palco, foi a bordo do papamóvel.
Um dia em que as maiores ondas de Copacabana não vieram do mar. Ondas de fé. Chegando de muito longe.
“Nós andamos mais de 1500 quilômetros para estar aqui na JMJ”, conta um homem.
A multidão lotou as areias, o calçadão e o asfalto de Copacabana. A parede humana tem vários metros de extensão e muitos só vão conseguir vê-lo bem pequenininho ou então pelo telão. Mesmo assim, a emoção de estar nesse encontro em Copacanana é tão grande que todos sentem a presença do Papa.
O helicóptero da Força Aérea Brasileira pousou no forte de Copacabana pouco depois das 17h. O Papa desceu e foi direto para o papamóvel. Assim que viram Francisco, os fiéis ficaram eufóricos. O Papa retribuiu com acenos, bênçãos e sempre sorrindo. No caminho, o Papa ganhou um solidéu. e não pensou duas vezes: mandou o seu em troca. Não foi o único presente que ele recebeu. Até chimarrão Francisco tomou. O trajeto de apenas três quilômetros foi feito sem pressa, e levou mais de 40 minutos.
Nas palavras do arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta, o que todo jovem gostaria de dizer: "Nós o saudamos com toda a alegria dos nossos corações. Seja bem vindo", disse Dom Orani.
No palco, ao som de ‘Cidade Maravilhosa’, Francisco recebe o abraço do Rio de Janeiro, e agradece.
“Sempre ouvi dizer que cariocas não gostam de frio e chuva. Mas mostrando que a fé é mais forte que frio e chuva. Parabéns, vocês são verdadeiros guerreiros. Vejo em vocês a beleza do rosto jovem de Cristo e meu coração se enche de alegria”, afirmou o Pontífice.
O Papa pediu à multidão um minuto de silêncio e oração para vítimas de um acidente na Guiana Francesa. Um grupo de jovens que vinha participar da Jornada. Uma pessoa morreu. E terminou devolvendo o abraço que recebeu no início da cerimônia.
A cerimônia continuou com jovens representando cada um dos cinco continentes. E com a encenação da primeira missa no Brasil. Fafá de Belém cantou para a multidão.
“Nós andamos mais de 1500 quilômetros para estar aqui na JMJ”, conta um homem.
A multidão lotou as areias, o calçadão e o asfalto de Copacabana. A parede humana tem vários metros de extensão e muitos só vão conseguir vê-lo bem pequenininho ou então pelo telão. Mesmo assim, a emoção de estar nesse encontro em Copacanana é tão grande que todos sentem a presença do Papa.
O helicóptero da Força Aérea Brasileira pousou no forte de Copacabana pouco depois das 17h. O Papa desceu e foi direto para o papamóvel. Assim que viram Francisco, os fiéis ficaram eufóricos. O Papa retribuiu com acenos, bênçãos e sempre sorrindo. No caminho, o Papa ganhou um solidéu. e não pensou duas vezes: mandou o seu em troca. Não foi o único presente que ele recebeu. Até chimarrão Francisco tomou. O trajeto de apenas três quilômetros foi feito sem pressa, e levou mais de 40 minutos.
Nas palavras do arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta, o que todo jovem gostaria de dizer: "Nós o saudamos com toda a alegria dos nossos corações. Seja bem vindo", disse Dom Orani.
No palco, ao som de ‘Cidade Maravilhosa’, Francisco recebe o abraço do Rio de Janeiro, e agradece.
“Sempre ouvi dizer que cariocas não gostam de frio e chuva. Mas mostrando que a fé é mais forte que frio e chuva. Parabéns, vocês são verdadeiros guerreiros. Vejo em vocês a beleza do rosto jovem de Cristo e meu coração se enche de alegria”, afirmou o Pontífice.
O Papa pediu à multidão um minuto de silêncio e oração para vítimas de um acidente na Guiana Francesa. Um grupo de jovens que vinha participar da Jornada. Uma pessoa morreu. E terminou devolvendo o abraço que recebeu no início da cerimônia.
A cerimônia continuou com jovens representando cada um dos cinco continentes. E com a encenação da primeira missa no Brasil. Fafá de Belém cantou para a multidão.
SANTA MISSA DE ENVIO
Bispos, padres e diáconos, todos já devidamente paramentados, esperando o Santo Padre Francisco para a missa.
Papa se aproxima do Palco Central em Copacabana para celebrar a #SantaMissa, às 10h.
Papa Francisco saúda fiéis nas ruas do Rio de Janeiro ao se dirigir para Copacabana, onde dará início ao seu último dia de visita ao Brasil.
Termina neste domingo a 38ª Jornada Mundial da Juventude. O ponto alto da programação é a Missa do Envio.
Termina neste domingo a 38ª Jornada Mundial da Juventude. O ponto alto da programação é a Missa do Envio. Dilma Rousseff e ministros de Estado vão assistir à cerimônia, para a qual são esperados também os presidentes Evo Morales, da Bolívia, Cristina Kirchner, da Argentina, Desi Bouterse, do Suriname, e Rafael Correa, do Equador, além dos vice-presidentes do Uruguai, Danilo Astori, e do Panamá, Juan Carlos Varela Rodríguez
3 testemunho da Vigilia #SEGUINDOOPAPA
Boa Noite, sentinelas!
Sou Felipe Passos, da Diocese de Ponta Grossa, no Paraná. Na noite do dia 13 de
janeiro de 2013 - dois dias antes de completar meus 23 anos - minha vida mudou.
Minha família e eu fomos assaltados em casa. Eu reagi e fui baleado na região do
pescoço. A bala ficou alojada, causando lesão na medula. Era início de
madrugada e eu precisava de um milagre! Colegas da igreja espalharam a notícia
e o Brasil inteiro soube. Um grande clamor se levantou para que Deus
conservasse minha vida. No hospital, muitos jovens amigos se concentraram em
vigília e recebi a Unção dos Enfermos.
Desde a infância fui muito religioso. Aprendi a tocar violão no Grupo de Jovens
da minha Paróquia. Fiz parte da Renovação Carismática Católica. Sentia meu
coração inflamado, apaixonado por Jesus e assumi a coordenação do Grupo de
Oração Jovem Coração Adorador. Com a juventude carismática, promovi o Jesus no
Litoral, projeto de evangelização nascido no Paraná.
Sei que – no hospital - a força do Espírito Santo desceu sobre mim. Fiquei em
coma induzido por vários dias. Os jovens da minha Diocese não se cansaram.
Mobilizaram jovens de toda parte do país para que rezassem o terço e
intercedessem. Soube, mais tarde, que pessoas de outros países também oravam e
que muitos corações foram tocados.
Deitado naquela cama, comecei a me lembrar de como cheguei até ali. Quando
jovem, me dedicava aos estudos e esportes, mas era a alegria contagiante do
Cristo que me impulsionava. Vivia rodeado de amigos e sentia um grande
entusiasmo pelas coisas do Senhor. Oração, adoração, jejum, vivência fraterna e
caridade. Gostava de escutar, aconselhar, viver a Palavra com atenção e
participar da Liturgia e da Celebração Eucarística.
Nos dias em que passei na UTI, muitos foram os sinais do amor de Deus. Enquanto
eu estava fazendo uma tomografia, meu grande amigo Padre Clayton intercedia e
pedia para que amigos rezassem pelo bom êxito do exame. No momento em que pediu
à Virgem Maria, viu uma imagem de Nossa Senhora. Quando eu retornei, eram
exatamente 18 horas e senti Padre Clayton e a Virgem Maria. A enfermeira disse:
“Felipe, o Padre Clayton está aqui, abra os olhos!” Abri os olhos e tive
certeza. Me lembrei da passagem do Evangelho “Admirado, o povo dirá: que é
isto? “O Senhor é fiel à Sua aliança”.
Naquele leito, vivi o exercício do amor junto a Jesus. Foram nos momentos de
dor e sofrimento que pude experimentar a cruz e a ressurreição. E não tive mais
o que temer: Jesus e Maria me visitavam naquele quarto. Jesus e Maria cuidavam
da minha família e da minha recuperação.
Quando estive na Jornada Mundial da Juventude, em Madri - apesar das
dificuldades financeiras - fiquei perto do Papa Bento XVI e louvei por todos os
desafios que passei para chegar ali. Voltei disposto a doar minha vida pela
causa do Evangelho e a trabalhar dia e noite para que a juventude pudesse
conhecer Jesus.
Foi com grande alegria que recebi a notícia da Jornada no Brasil, oportunidade
para que milhões de jovens pudessem ter um encontro pessoal com Deus. Foi por
isso que meu grupo e eu começamos a arrecadar recursos. Foi por isso que reagi
ao assalto. Sei que não se deve reagir a um assalto, mas assim o fiz porque me
senti na obrigação de defender o que, com tanto esforço, havíamos arrecadado
para conseguir vir a JMJ.
Quatro meses se passaram. Estou em tratamento e, todos os dias, vivo novos
desafios e dificuldades. Mas, posso afirmar - convicto - que estou à mercê de
Deus e experimento a providência divina a cada hora que se passa!
Eu tinha fé de que conseguiria vir à Jornada. Não sabia como isso seria
possível, mas aqui estou para receber a bênção do Papa Francisco!
“Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vendo vossas boas obras,
glorifiquem o Pai que está nos céus...” (Mt, 5-16) Recordo-me deste apelo que
Jesus fez no Sermão da Montanha e posso testemunhar que vejo resplandecer o
clarão desta luz impulsionando a minha vida: sou Felipe Passos. “Viver pra mim
é Cristo!”
Desde a infância fui muito religioso. Aprendi a tocar violão no Grupo de Jovens
da minha Paróquia. Fiz parte da Renovação Carismática Católica. Sentia meu
coração inflamado, apaixonado por Jesus e assumi a coordenação do Grupo de
Oração Jovem Coração Adorador. Com a juventude carismática, promovi o Jesus no
Litoral, projeto de evangelização nascido no Paraná.
Sei que – no hospital - a força do Espírito Santo desceu sobre mim. Fiquei em
coma induzido por vários dias. Os jovens da minha Diocese não se cansaram.
Mobilizaram jovens de toda parte do país para que rezassem o terço e
intercedessem. Soube, mais tarde, que pessoas de outros países também oravam e
que muitos corações foram tocados.
Deitado naquela cama, comecei a me lembrar de como cheguei até ali. Quando
jovem, me dedicava aos estudos e esportes, mas era a alegria contagiante do
Cristo que me impulsionava. Vivia rodeado de amigos e sentia um grande
entusiasmo pelas coisas do Senhor. Oração, adoração, jejum, vivência fraterna e
caridade. Gostava de escutar, aconselhar, viver a Palavra com atenção e
participar da Liturgia e da Celebração Eucarística.
Nos dias em que passei na UTI, muitos foram os sinais do amor de Deus. Enquanto
eu estava fazendo uma tomografia, meu grande amigo Padre Clayton intercedia e
pedia para que amigos rezassem pelo bom êxito do exame. No momento em que pediu
à Virgem Maria, viu uma imagem de Nossa Senhora. Quando eu retornei, eram
exatamente 18 horas e senti Padre Clayton e a Virgem Maria. A enfermeira disse:
“Felipe, o Padre Clayton está aqui, abra os olhos!” Abri os olhos e tive
certeza. Me lembrei da passagem do Evangelho “Admirado, o povo dirá: que é
isto? “O Senhor é fiel à Sua aliança”.
Naquele leito, vivi o exercício do amor junto a Jesus. Foram nos momentos de
dor e sofrimento que pude experimentar a cruz e a ressurreição. E não tive mais
o que temer: Jesus e Maria me visitavam naquele quarto. Jesus e Maria cuidavam
da minha família e da minha recuperação.
Quando estive na Jornada Mundial da Juventude, em Madri - apesar das
dificuldades financeiras - fiquei perto do Papa Bento XVI e louvei por todos os
desafios que passei para chegar ali. Voltei disposto a doar minha vida pela
causa do Evangelho e a trabalhar dia e noite para que a juventude pudesse
conhecer Jesus.
Foi com grande alegria que recebi a notícia da Jornada no Brasil, oportunidade
para que milhões de jovens pudessem ter um encontro pessoal com Deus. Foi por
isso que meu grupo e eu começamos a arrecadar recursos. Foi por isso que reagi
ao assalto. Sei que não se deve reagir a um assalto, mas assim o fiz porque me
senti na obrigação de defender o que, com tanto esforço, havíamos arrecadado
para conseguir vir a JMJ.
Quatro meses se passaram. Estou em tratamento e, todos os dias, vivo novos
desafios e dificuldades. Mas, posso afirmar - convicto - que estou à mercê de
Deus e experimento a providência divina a cada hora que se passa!
Eu tinha fé de que conseguiria vir à Jornada. Não sabia como isso seria
possível, mas aqui estou para receber a bênção do Papa Francisco!
“Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vendo vossas boas obras,
glorifiquem o Pai que está nos céus...” (Mt, 5-16) Recordo-me deste apelo que
Jesus fez no Sermão da Montanha e posso testemunhar que vejo resplandecer o
clarão desta luz impulsionando a minha vida: sou Felipe Passos. “Viver pra mim
é Cristo!”
Desde a infância fui
muito religioso. Aprendi a tocar violão no Grupo de Jovens da minha Paróquia.
Fiz parte da Renovação Carismática Católica. Sentia meu coração inflamado,
apaixonado por Jesus e assumi a coordenação do Grupo de Oração Jovem Coração
Adorador. Com a juventude carismática, promovi o Jesus no Litoral, projeto de
evangelização nascido no Paraná.
Sei que – no hospital - a força do Espírito Santo desceu sobre mim. Fiquei em
coma induzido por vários dias. Os jovens da minha Diocese não se cansaram.
Mobilizaram jovens de toda parte do país para que rezassem o terço e
intercedessem. Soube, mais tarde, que pessoas de outros países também oravam e
que muitos corações foram tocados.
Deitado naquela cama, comecei a me lembrar de como cheguei até ali. Quando
jovem, me dedicava aos estudos e esportes, mas era a alegria contagiante do
Cristo que me impulsionava. Vivia rodeado de amigos e sentia um grande
entusiasmo pelas coisas do Senhor. Oração, adoração, jejum, vivência fraterna e
caridade. Gostava de escutar, aconselhar, viver a Palavra com atenção e
participar da Liturgia e da Celebração Eucarística.
Nos dias em que passei na UTI, muitos foram os sinais do amor de Deus. Enquanto
eu estava fazendo uma tomografia, meu grande amigo Padre Clayton intercedia e
pedia para que amigos rezassem pelo bom êxito do exame. No momento em que pediu
à Virgem Maria, viu uma imagem de Nossa Senhora. Quando eu retornei, eram
exatamente 18 horas e senti Padre Clayton e a Virgem Maria. A enfermeira disse:
“Felipe, o Padre Clayton está aqui, abra os olhos!” Abri os olhos e tive
certeza. Me lembrei da passagem do Evangelho “Admirado, o povo dirá: que é
isto? “O Senhor é fiel à Sua aliança”.
Naquele leito, vivi o exercício do amor junto a Jesus. Foram nos momentos de
dor e sofrimento que pude experimentar a cruz e a ressurreição. E não tive mais
o que temer: Jesus e Maria me visitavam naquele quarto. Jesus e Maria cuidavam
da minha família e da minha recuperação.
Quando estive na Jornada Mundial da Juventude, em Madri - apesar das
dificuldades financeiras - fiquei perto do Papa Bento XVI e louvei por todos os
desafios que passei para chegar ali. Voltei disposto a doar minha vida pela
causa do Evangelho e a trabalhar dia e noite para que a juventude pudesse
conhecer Jesus.
Foi com grande alegria que recebi a notícia da Jornada no Brasil, oportunidade
para que milhões de jovens pudessem ter um encontro pessoal com Deus. Foi por
isso que meu grupo e eu começamos a arrecadar recursos. Foi por isso que reagi
ao assalto. Sei que não se deve reagir a um assalto, mas assim o fiz porque me
senti na obrigação de defender o que, com tanto esforço, havíamos arrecadado
para conseguir vir a JMJ.
Quatro meses se passaram. Estou em tratamento e, todos os dias, vivo novos
desafios e dificuldades. Mas, posso afirmar - convicto - que estou à mercê de
Deus e experimento a providência divina a cada hora que se passa!
Eu tinha fé de que conseguiria vir à Jornada. Não sabia como isso seria
possível, mas aqui estou para receber a bênção do Papa Francisco!
“Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vendo vossas boas obras,
glorifiquem o Pai que está nos céus...” (Mt, 5-16) Recordo-me deste apelo que
Jesus fez no Sermão da Montanha e posso testemunhar que vejo resplandecer o
clarão desta luz impulsionando a minha vida: sou Felipe Passos. “Viver pra mim
é Cristo!” Desde a infância fui muito religioso. Aprendi a tocar violão no
Grupo de Jovens da minha Paróquia. Fiz parte da Renovação Carismática Católica.
Sentia meu coração inflamado, apaixonado por Jesus e assumi a coordenação do
Grupo de Oração Jovem Coração Adorador. Com a juventude carismática, promovi o
Jesus no Litoral, projeto de evangelização nascido no Paraná.
Sei que – no hospital - a força do Espírito Santo desceu sobre mim. Fiquei em
coma induzido por vários dias. Os jovens da minha Diocese não se cansaram.
Mobilizaram jovens de toda parte do país para que rezassem o terço e
intercedessem. Soube, mais tarde, que pessoas de outros países também oravam e
que muitos corações foram tocados.
Deitado naquela cama, comecei a me lembrar de como cheguei até ali. Quando
jovem, me dedicava aos estudos e esportes, mas era a alegria contagiante do
Cristo que me impulsionava. Vivia rodeado de amigos e sentia um grande
entusiasmo pelas coisas do Senhor. Oração, adoração, jejum, vivência fraterna e
caridade. Gostava de escutar, aconselhar, viver a Palavra com atenção e
participar da Liturgia e da Celebração Eucarística.
Nos dias em que passei na UTI, muitos foram os sinais do amor de Deus. Enquanto
eu estava fazendo uma tomografia, meu grande amigo Padre Clayton intercedia e
pedia para que amigos rezassem pelo bom êxito do exame. No momento em que pediu
à Virgem Maria, viu uma imagem de Nossa Senhora. Quando eu retornei, eram
exatamente 18 horas e senti Padre Clayton e a Virgem Maria. A enfermeira disse:
“Felipe, o Padre Clayton está aqui, abra os olhos!” Abri os olhos e tive
certeza. Me lembrei da passagem do Evangelho “Admirado, o povo dirá: que é
isto? “O Senhor é fiel à Sua aliança”.
Naquele leito, vivi o exercício do amor junto a Jesus. Foram nos momentos de
dor e sofrimento que pude experimentar a cruz e a ressurreição. E não tive mais
o que temer: Jesus e Maria me visitavam naquele quarto. Jesus e Maria cuidavam
da minha família e da minha recuperação.
Quando estive na Jornada Mundial da Juventude, em Madri - apesar das
dificuldades financeiras - fiquei perto do Papa Bento XVI e louvei por todos os
desafios que passei para chegar ali. Voltei disposto a doar minha vida pela
causa do Evangelho e a trabalhar dia e noite para que a juventude pudesse
conhecer Jesus.
Foi com grande alegria que recebi a notícia da Jornada no Brasil, oportunidade
para que milhões de jovens pudessem ter um encontro pessoal com Deus. Foi por
isso que meu grupo e eu começamos a arrecadar recursos. Foi por isso que reagi
ao assalto. Sei que não se deve reagir a um assalto, mas assim o fiz porque me
senti na obrigação de defender o que, com tanto esforço, havíamos arrecadado
para conseguir vir a JMJ.
Quatro meses se passaram. Estou em tratamento e, todos os dias, vivo novos
desafios e dificuldades. Mas, posso afirmar - convicto - que estou à mercê de
Deus e experimento a providência divina a cada hora que se passa!
Eu tinha fé de que conseguiria vir à Jornada. Não sabia como isso seria possível,
mas aqui estou para receber a bênção do Papa Francisco!
“Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vendo vossas boas obras,
glorifiquem o Pai que está nos céus...” (Mt, 5-16) Recordo-me deste apelo que
Jesus fez no Sermão da Montanha e posso testemunhar que vejo resplandecer o
clarão desta luz impulsionando a minha vida: sou Felipe Passos. “Viver pra mim
é Cristo!”
PAPA FRANCISCO FALA PARA 3 MILHÕES DE PEREGRINOS EM COPACABANA
PAPA FRANCISCO FALA PARA 3 MILHÕES DE PEREGRINOS EM COPACABANA
"Jesus nos oferece mais do que a Copa"
Papa Francisco dá a benção com o Santíssimo Sacramento
Senhor, não me canso de proclamar a tua benignidade.
És tão bondoso para com todos desse Brasil.
Tantos são os países que sofrem perseguição, por te servir, por te adorar.
Tantos que não tem a oportunidade de te adorar no Santíssimo Sacramento do altar.
Que esta Benção se estenda a todos.
#JMJ
#SEGUINDOOPAPA
Em Tua Presença
Em Tua Presença
Padre Marcelo Rossi
As minhas mãos se elevam
Minha voz te louva
O meu ser se alegra
Quando estou em tua presença...Senhor
É Teu este momento de adoração..
Não tenho nem palavras para me expressar
O brilho desta luz que vem do teu altar
Encontro meu abrigo meu lugar
E quando estamos juntos entre nós estás
Passando em nosso meio a nos abençoar
E tocas com ternura com a tua mão
A cada um que abre o coração
As minhas mãos se elevam
Minha voz te louva
O meu ser se alegra
Quando estou em tua presença...Senhor
As minhas mãos se elevam
A minha voz te louva
O meu ser se alegra
Quando estou em tua presença...Senhor... Senhor...Senhor
Manifestantes quebram imagens sacras na Praia de Copacabana
Grupo protesta contra a Igreja quebrando imagens sacras Marcelo Tasso / AFP
RIO — Manifestantes que participam da "Marcha das Vadias" na tarde deste sábado quebraram imagens sacras na Praia de Copacabana, onde milhares de peregrinos aguardam o início da vigília da Jornada Mundial de Juventude (JMJ). A ação partiu de um casal que estava pelado, tampando os órgãos sexuais com símbolos religiosos, como um quadro com a pintura de Jesus Cristo. Esculturas de Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora de Fátima foram destruídas. Em um ponto do protesto, eles juntaram cruzes, jogaram camisinhas em cima e começaram pisar nos artigos religiosos. Um dos manifestantes chegou a botar um preservativo na cabeça de Nossa Senhora.
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Pela tarde, ao se deparar com o protesto, peregrinos confrontaram a passeata cantando "Esta é a juventude do Papa". Um grupo de argentinos decidiu passar pelo meio da manifestação. Manifestantes responderam gritando palavras de ordem, como frases a favor da camisinha. Alguns católicos que passavam pelo local criticaram o movimento.
— Acho um desrespeito. Eles poderiam fazer em outro lugar ou em outro momento. A JMJ é um momento nosso — disse Júlia de Moura, de 17 anos.
A Marcha das Vadias seguiu do Posto 5, em Copacabana, para Ipanema. A aproximadamente 2,5 quilômetros da casa do governador Sérgio Cabral, um pequeno grupo tentou convencer manifestantes a caminharem até a residência do governador Sérgio Cabral, no Leblon, mas a passeata acabou voltando para Copacabana. Um grupo chegou a protestar em um local próximo a hospedagem da Comitiva do Vaticano, e seguiu em direção à Avenida Princesa Isabel. Segundo a Polícia Militar, o ato chegou a reunir mil pessoas.
As integrantes do movimento fazem críticas ao Papa Francisco, à Igreja e ao governador do Rio, Sérgio Cabral. Elas gritam frases como "A verdade é dura, Papa Francisco apoiou a ditadura", "Não é mole não, a igreja apoiou a inquisição", e "Cabral, chuta que é macumba". Vestidas de biquini e sutiãs, a maioria das manifestantes utilizavam adornos em forma de diabinhos, enquanto outros usavam máscaras. Quando manifestantes tentaram se aproximar do palco da Jornada Mundial da Juventude, foram impedidos por agentes da Força Nacional, que montaram uma barreira humana nas areias da praia. Os fiéis, do outro lado, respondem, rezam, e alguns até tiram fotos.
— A juventude tem direito de protestar, mas o que está rolando é um desrespeito com o movimento dos outros. Cada um tem seu espaço — reclamou a peregrina Mariana Dutra, de 18 anos, do Mato Grosso.
A passeata deixou o Posto 5, onde estava concentrada, por volta de 15h, com 450 pessoas, que se misturavam aos peregrinos. Bandeiras do movimento LGBT e de partidos políticos podiam ser vistas com o grupo. Algumas manifestantes levavam cartazes com frases como "Meu corpo não pertence à Igreja" e "Sou cristão e apoio a Marcha das Vadias", enquanto outras exibem os seios nus.
Apesar das imagens quebradas, o clima entre manifestantes e católicos, no entanto, é tranquilo. Muitos peregrinos não se dizem incomodados com a manifestação. Enquanto a passeata seguia, três senhoras rezavam com terços na mão. Eulália Cabral, de 56 anos, chegou a abraçar alguns manifestantes. Ela disse que não estava constrangida com o ato:
— Vim para ver o Papa, acabei vendo a manifestação. Não tenho nenhum constrangimento. Vivemos em país democrático. Eles são livres para se manifestarem. A causa é válida, mas não acho que isso tem que ser feito dessa forma. Continuarei aqui rezando. A minha fé não se abala.
Marco Rocha, que integra o grupo da "Marcha das Vadias", disse que foi "super bem tratado" pelos peregrinos, que até foto fizeram deles:
— A marcha acontece todos os anos em Copacabana nesta mesma data. Este ano foi cancelada por conta da JMJ. Mas resolvemos vir mesmo assim.
O grupo “Católicas pelo Direito de Decidir”, favorável à "Marcha das Vadias", distribuía uma carta aberta ao Papa Francisco chamada "Queremos uma nova Igreja".
— A gente segue o legado de Jesus Cristo, ele pregava a vida. Somos a favor do direito reprodutivo e da vida das mulheres. A maioria das mulheres que sofrem aborto são católicas, temos que preservá-las — afirma Valéria Marques, uma das organizadoras do movimento.
Manifestantes justificaram a passeata bem no momento da realização de um evento católico. Alexia Ferreira, de 27 anos, explica que a intenção do protesto é incentivar o debate:
— Não se prode promover um evento com uma única ideia. O ato é uma tentatativa de diálogo.
Joana Moraes, de 22 anos, também defendeu a "Marcha das Vadias":
— Não queremos confronto, tanto é que a organização da passeata decidiu ir na direção contrária dos peregrinos.
Princípio de confusão em protesto após a Via Sacra
Nesta sexta-feira, um protesto após o término da Via Sacra, realizada na Avenida Atlântica, teve um princípio de confusão depois de um manifestante, exaltado, discutir com um policial que tentava revistá-lo. O protesto começou por volta das 17h, quando um grupo de 50 pessoas se reuniu em frente à estação Cardeal Arcoverde com faixas e cartazes contra o governador Sérgio Cabral.
À noite, quando o número de manifestantes já tinha subido para cerca de 300 pessoas, o grupo seguiu pela Barata Ribeiro em direção à Avenida Atlântica. Lá, cerca de 70 homens da Força Nacional formaram um cordão de isolamento para impedir a passagem dos manifestantes na orla. Um grupo chegou a tentar invadir a área reservada para a imprensa, mas foi impedido pela polícia.
Sob chuva, o grupo seguiu pela Avenida Nossa Senhora de Copacabana em direção a Ipanema, mas depois deu meia volta. Eles atravessaram o Túnel Velho e entraram em Botafogo, seguindo em direção à Lapa. Fiéis que assistiram à encenação da Via Sacra na Praia de Copacabana tentam desviar do caminho do protesto, que terminou de forma pacífica.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/manifestantes-quebram-imagens-sacras-na-praia-de-copacabana-9220356#ixzz2aIH96F48
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TESTEMUNHO FELIPE PASSOS. DE PONTA GROSSA- Pr
Eu acabei levando um tiro. E minha vida poderia ter acabado ali, mas o plano de Deus na minha vida era maior. (...) Hoje a minha cruz é a minha cadeira. Qual é a tua cruz? A minha cruz é de felicidade, é de alegria, é do Ressuscitado.”
Felipe Passos – Ponta Grossa – Paraná
Peregrinos vão passar a noite na praia de Copacabana à espera da missa final da JMJ, que será realizada amanhã
Fiéis lotam a praia de Copacabana
Os peregrinos que estão no Brasil para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) estão lotando a praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, neste sábado (27). Muitos irão passar a noite na praia, para a vigília, a espera da Missa do Envio no domingo. O papa Francisco irá a Copacabana neste sábado e domingo.
14ª ESTAÇÃO – Jesus é sepultado
Do evangelho segundo São Mateus (27, 59-61)
José, tomando o corpo, o envolveu num lençol limpo, e o colocou num túmulo novo, que ele mesmo havia mandado escavar na rocha. Em seguida, rolou uma grande pedra para fechar a entrada do túmulo, e retirou-se. Maria Madalena e a outra Maria estavam aí sentadas, em frente ao sepulcro.
Jovem: Semeado no silêncio fecundo
Meditação (JOVENS: EUROPEU DO LESTE, EUROPEU, AFRICANO, NORTE AMERICANO, LATINO-AMERICANO E CARIBENHO, ASIÁTICO E OCEÂNICO):
Senhor Jesus, Cristo Redentor, aqui estamos, envia-nos! (Cf. Is 6,8). Queremos ser um só coração e uma só alma. Iremos a todas as nações da terra para dar testemunho de que encontramos o verdadeiro caminho para a vida. A semente de tua Palavra caiu em nossos continentes. Não ficará sepultada na terra. Ensina-nos a cultivá-la para que nasçam os frutos de uma nova evangelização.
- Que o Leste Europeu seja marcado pela paz e pela liberdade religiosa.
- Que a Europa supere a agressiva onda de secularização pelo anúncio corajoso da fé.
- Que a África supere a violência e construa a Igreja como família e a família como Igreja.
- Que a América do Norte reconheça as culturas que afastam do Evangelho.
- Que a América Latina e o Caribe encontrem caminhos para superar a injustiça e a violência.
- Que a minoria cristã da Ásia seja presente como semente fecunda, mesmo quando perseguida.
- Que a Oceania sinta mais fortemente o compromisso de anunciar o Evangelho!
(Texto inspirado na Mensagem Final do Sínodo da Nova Evangelização para a transmissão da fé, nº 13)
Santo Padre: Nós te adoramos e te bendizemos, Senhor Jesus Cristo, redentor da humanidade.
TODOS: Tua entrega na cruz nos dá a Vida, mostra o Caminho, revela a Verdade!
Santo Padre: OREMOS. Ó Cristo, Redentor da humanidade, Tua imagem de braços abertos no alto do Corcovado acolhe todos os povos. Em Tua oferta pascal, nos conduziste pelo Espírito Santo ao encontro filial com o Pai. Os jovens, que se alimentam da Eucaristia, Te ouvem na Palavra e Te encontram no irmão, necessitam de Tua infinita misericórdia para percorrer os caminhos do mundo como discípulos missionários da nova evangelização.
TODOS: AMÉM
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