Na convenção do Grupo Bandeirantes, nesta noite, Lula lembrou as mudanças profundas pelas quais passou o Brasil na última década. O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 4.4 vezes, a produção agropecuária aumentou significativamente levando o Brasil à liderança de vários setores, o fluxo de comércio exterior dobrou, o número de passageiros de avião passou de 48 para 113 milhões e o Brasil se tornou uma referência política global. Esse processo beneficiou toda a sociedade brasileira: “Do bancário ao banqueiro, do cortador de cana ao usineiro”.http://bit.ly/1fN7GKl
Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, na noite desta sexta-feira (21), da Convenção do Grupo Bandeirantes. Em seu discurso, Lula lembrou as mudanças profundas pelas quais passou o Brasil na última década. O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 4.4 vezes, a produção agropecuária aumentou significativamente levando o Brasil à liderança de vários setores, o fluxo de comércio exterior dobrou, o número de passageiros de avião passou de 48 para 113 milhões e o Brasil se tornou uma referência política global. Esse processo beneficiou toda a sociedade brasileira: “Do bancário ao banqueiro, do cortador de cana ao usineiro”.
O ex-presidente ressaltou ainda que o Brasil vive há 11 anos em um ambiente econômico com inflação dentro da meta estabelecida pelas autoridades financeiras. Ele lembrou que quando assumiu o governo, a inflação era mais que o dobro daquela registrada em 2013. Além disso, enquanto milhares de empregos foram destruídos no mundo nos últimos anos, o Brasil criou 11 milhões de empregos. Essas mudanças foram feitas em um ambiente democrático cada vez mais sólido, destacou Lula.
Sobre a Copa do Mundo, Lula lembrou que é importante pensar na simbologia do evento, além das divisas que chegarão ao país. Ele lembrou que muitos choraram quando o país conquistou a Copa e que ela é uma chance de projetar ainda mais o país internacionalmente. E ressaltou: “Grande parte dos gastos que estão sendo feitos se referem a obras de mobilidade, que teriam que ser feitas com ou sem Copa”.
Lula também falou do papel importante da Band na história deste país. Ele citou o pioneirismo da emissora nos debates eleitorais e ressaltou que um meio de comunicação torna-se relevante quando responde aos interesses da população e é capaz de captar as mudanças em curso neste país. O ex-presidente também falou da sua relação com a imprensa durante seu governo: “Ninguém pode me acusar de, durante os oito anos do meu governo, não ter sido republicano com a sociedade e a imprensa”
Nestlé é condenada a indenizar mulher em R$ 3 mil; ela queria R$ 72,4 mil
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Consumidora diz ter sentido fortes dores abdominais após consumir achocolatado
A Nestlé foi condenada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) a pagar R$ 3 mil a uma consumidora que engoliu pedaços de metal ao tomar o achocolatado Nescau Actigen-E. A mulher queria 100 salários mínimos – o equivalente a R$ 72,4 mil atualmente –, mas os ministros rejeitaram o pedido.
De acordo com o STJ, após ingerir o achocolatado, a consumidora sentiu fortes dores abdominais. O exame de raio-x identificou a presença dos pedaços de metal próximo à coluna lombar da mulher, que só conseguiu expelir o material 11 dias depois.
A Nestlé afirmou que o produto foi mandado para a perícia fora de sua embalagem original, e que em meio ao achocolatado foi encontrado um brinco. Segundo a fabricante, essa contaminação seria impossível de acontecer em sua linha de produção.
A empresa, entretanto, não conseguiu provar que não era responsável pelo problema e, por isso, foi condenada por um juiz do Rio a indenizar a consumidora em R$ 3 mil. O Tribunal de Justiça fluminense manteve a decisão.
A consumidora, por sua vez, achou que a quantia era irrisória, e levou o caso para o STJ. O ministro João Otávio de Noronha, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), considerou que o valor foi efixado com moderação e rejeitou o pedido da consumidora.
Os pedidos da Nestlé ao tribunal também não foram atendidos porque foram assinados por um advogado que não tinha autorização para atuar no caso.
Procurada, a Nestlé não comentou imediatamente a decisão, mas informou que faria um posicionamento.
Leve ao fogo até ferver, mexa sempre e deixe ferver por cinco minutos
Para o bolo
Bata na batedeira a manteiga com o açúcar. Em seguida, junte as gemas, o chocolate em pó, a baunilha, a farinha e o fermento. Bata as claras em neve e misture à massa, incorporando com delicadeza. Leve ao forno, em forma de cerca de 24 cm de diâmetro por aproximadamente 45 minutos. Deixe esfriar e corte ao meio, no sentido horizontal, recheie e cubra com brigadeiro.
1 pepino caipira pequeno descascado e sem sementes
1 cebola roxa pequena em gomos
50 g de azeitona preta sem caroço
50 g de azeitona verde pequena sem caroço
50 g de queijo feta
½ xícara (chá) de vinagrete de limão e salsinha
MODO DE PREPARO
Lave as folhas de alface, seque e parta ao meio. Disponha em uma tigela e junte os tomates, o pepino, a cebola, as azeitonas (pretas e verdes), o queijo feta e o vinagrete de limão e salsinha.
2 laranjas (pêra ou baía) sem casca e sem sementes, cortadas em rodelas
2 abobrinhas pequenas fatiadas no sentido do comprimento
2 colheres talos (sopa) de folhas de coentro
Molho
1/3 xícara (chá) de açúcar (60 g)
2 talos de capim cidreira picados (opcional)
4 colheres (sopa) de vinagre balsâmico
2 pimentas dedo-de-moça, sem sementes, cortadas em tirinhas
Gengibre cortado em palitos bem finos (ver se vamos colocar)
100 g de castanha de caju torrada picada grosseiramente
Sal a gosto
MODO DE PREPARO
Em uma panela de pressão, coloque os peitos de frango, a cebola inteira, o vinagre, sal e a pimenta em grãos. Cubra com água e leve ao fogo alto até a panela pegar pressão. Cozinhe por 20 minutos, deixe sair a pressão e abra a tampa com cuidado. Deixe esfriar um pouco e desfie os peitos de frango (use o caldo para fazer risoto ou sopa). Reserve. Prepare o molho: em uma frigideira pequena, misture o açúcar com 2 colheres (sopa) de água. Leve ao fogo, mexendo até dissolver o açúcar, junte o capim cidreira, o vinagre, a pimenta e o gengibre. Cozinhe, sem mexer, por 2 minutos. Retire do fogo e reserve. Arrume a salada em um prato, misturando o frango desfiado com os ingredientes restantes. Na hora de servir, regue com o molho coado e salpique a castanha de caju. Rende 4 porções.
Opções enfileiradas: escolher a cerveja certa para a comida é mais fácil do que escolher o vinho
Precisar não precisa. De fato, dá para saborear qualquer tipo de cerveja com qualquer tipo de petisco ou prato. Mas quando há uma feliz harmonização entre bebida e comida, o resultado é especial. Para quem acha que essa história é frescura ou muito complicada, é bom avisar que combinar cerveja é mais fácil que vinho, mesmo para nariz e paladar de pouco treino. É que a primeira tem aromas e sabores mais evidentes que os tintos e brancos. Pode apostar: a banana de uma cerveja de trigo é mais perceptível que o aroma de frutas vermelhas de um malbec.
É possível casar cervejas com pratos por contraste: caso de um bolinho de arroz, gorduroso, com uma cerveja mais ácida e amarga, como a pilsen tradicional, no estilo das tchecas (bem mais amargas que as nossas pilsens comuns). Também dá para juntar os dois por similaridade, caso de uma carne de sabor acentuado, como a de cordeiro, e uma cerveja com alto teor alcóolico e sabor intenso, a red ale.
Entre as cervejas, há características que ajudam a buscar a compatibilidade com os alimentos:
- O tipo de malte: influencia na intensidade do sabor (mais torrado, como o de uma dark ale ou menos, como o usado em uma amber lager)
- A quantidade de lúpulo (ingrediente que dá o sabor amargo à cerveja): há até tabelas usadas por cervejeiros que medem o índice de amargor, chamado IBU. Nessa classificação, o amargor da india pale ale e da imperial stout é considerado acentuado. Já a weizenbock ou a Vienna são tidas como pouco amargas.
- O teor alcóolico: cervejas com alto teor alcoólico vão bem com pratos mais intensos, tanto no sabor quanto na sustância. Tentar equilibrar o índice alcóolico da cerveja com o teor de gordura do prato é um bom caminho para harmonizar. Já aquelas que são tão alcoólicas que mais parecem um vinho – como a barley wine – podem ir melhor com sobremesas.
Tentativa e erro, devidamente anotada num blog, compartilhada por amigos ou servindo de desculpa para uma confraria, costuma ser a melhor – e mais divertida – maneira de encontrar as harmonizações ideais – e é bom saber que elas não são unânimes nem entre especialistas. Mas como tudo precisa de um ponto de partida, o iG Receitas reuniu o be-a-bá da harmonização de cerveja combinando sugestões de várias pessoas, entre elas Michael Jackson (o estudioso da bebida, não o músico), Juliano Mendes, da Eisenbahn, a beer sommelière Cilene Saorin e Robert D. Pease (chefe da Brewer Association, que comenta alguns pontos). Mais: experiências bem-sucedidas da jornalista que escreve esta matéria, informações do livro Larousse da Cerveja (Ronaldo Morado, ed. Larousse) e cartilhas de produtores.
Petiscos e sanduíches
Tricia Vieira/Foto Arena
No namoro com o queijo, a cerveja pode levar vantagem
Queijos
“As duas comidas que citamos para mostrar como cerveja tem capacidade de harmonização são queijo e chocolate”, diz Robert D. Pease. De fato, para a surpresa de muitos, a cerveja parece ser o par ideal dos queijos, derrubando por terra a ideia do famigerado “queijos e vinhos”. Segundo Pease, para harmonizar com queijo o ideal é investir em cervejas com mais ou menos teor de lúpulo de acordo com a intensidade de sabor da comida. Em linhas gerais:
Queijo fresco – pilsen, amber lager Queijo Stilton – barley wine Queijos azuis (como gorgonzola e roquefort) – india pale ale, strong golden ale, bière brut, weizenbock Queijo de cabra, st Poulin e Serra da Estrela – hefeweizen, wezenbier, weizenbock Queijos macios (como brie, camembert) – pilsen, weizenbier, kölsch Queijos duros (como cheddar, grana padano) – stout, pale ale, dunkel, pilsen, weizenbock, barley wine Queijos defumados – porter
Amendoins e castanhas
São alimentos com sabores delicados e uma certa oleosidade. Cervejas mais sutis ou adocicadas são boas sugestões.
Light lager, amber lager, dark lager, bock, strong ale
Divulgação
Pastel de queijo pede pilsen clássica
Embutidos e patês
Têm ingredientes diferentes, mas em geral com bastante gordura. Cervejas mais alcóolicas e com sabores intensos vão bem.
Foie gras – imperial stout Patês – porter, belgian strong ale Frios e linguiça defumados - weizenbock Salsichas – vienna, märzen, oktoberfest, dark lager, amber lager Curados (presunto cru, salame) - doppelbock
Frituras
O ingrediente frito interfere na harmonização, mas a gordura e a crocância dos pratos imersos em óleo ou azeite são mais determinantes.
Pastel de queijo – pilsen clássica Batatas fritas – pilsen clássca, amber lager Frango à passarinho, iscas de peixe à dorê – british-style bitter
Hambúrguer
É uma das combinações preferidas de Robert D. Pease que, como todo americano, gosta de um bom hambúrguer. “Prefiro com pale ale”, diz. Indian pale ale é ideal para hambúrguer e sanduiches mais condimentados e picantes. Amber lager e pilsen clássica são outras opções.
Pratosprincipais
Tricia Vieira/Fotoarena
Que escoltar o camarão à provençal com pilsen?
Peixes e frutos do mar
Têm sabor de diferentes intensidades. O preparo também determina o tipo de cerveja para harmonização. Veja alguns exemplos práticos:
Camarão, lula e mariscos – India pale ale (se apimentados ou temperados com curry), amber ale, hefeweizen, witibier (clássico com mexilhões), pilsen Ostras – stout, porter Sushis e sashimis – kölsh, cream ale, hefeweizen, american ale Salmão – blond ale e kölsch (se cru ou com tempero leve), brown ale e altbier (grelhado/defumado) Bacalhau – american ale, belgian strong ale, english pale ale Peixes brancos – pilsen clássica, helles
Churrasco
“As carnes do churrasco precisam de algo mais forte, como uma porter e uma brown ale que acompanhem a intensidade de sabor”, diz Robert D. Pease.
Carnes em geral – porter, brown ale, abbey dubbel Carnes menos gordurosas e frango - double IPA, Imperial IPA, amber lager
Aves
Com sabor sutil, principalmente quando se trata do frango, vai depender principalmente do tipo de preparo para definir a harmonização – grelhados com cervejas leves, fritos com mais amargas/alcoólicas, defumados com mais intensas.
Frango grelhado/assado – dunkelweizen, pilsen (se o tempero/preparo é leve) Peru – strong golden ale, belgian strong ale
Carne vermelha
Tem sabor e gordura mesmo em preparos sutis – como um carpaccio. Quando ganham aromas defumados ou molhos cremosos, a harmonização pede cervejas mais intensas.
Rosbife – old ou strong ale, dark lager Bifes, bistecas e steaks – dry stout, bock, dark lager, porter Carne assada – dark lager, dunkel, schwazbier
Carnes fortes
São perfeitas para aquelas cervejas intensas tanto no álcool quanto no sabor – e que muitas vezes se sobrepõem à maioria dos pratos:
Porco (leitão à pururuca, lombo) – british-style bitter, brown ale, altbier, weizenbock Cordeiro grelhado ou no forno - imperial IPA, red ale, strong golden ale Pato - doppelbock
Cozinha muito condimentada e pratos típicos
As especiarias e outros elementos dos pratos é que comandam a combinação com as cervejas.
Curry – india pale ale Cozinha tailandesa/coreana – pale bock , maibock Comida apimentada / cozinha mexicana – sweet stout, märzen, vienna, amber lager, dark lager, dunkel, schwarzbier Feijoada – pilsen, dark american lager, bock, stout
Sobremesas
“Para harmonizar com chocolate, o indicado são cervejas mais doces – enquanto com os queijos você ‘brinca’ com o lúpulo de acordo com a intensidade, com o chocolate o ‘norte’ é o tipo de malte”, explica Robert D. Pease:
Bolos simples (de cenoura, de laranja) – india pale ale Doce de leite – imperial porter Sobremesas com chocolate – strong dark beer, stout, porter, belgian strong ale Cheesecake e pudim – fruit lambic, strong ale
Avaliação sobre a segurança dos aeroportos é do
sindicato dos agentes da PF. Ano passado, conforme entidade, um
paquistanês entrou e saiu do País com passaporte falso
Com
a chegada da Copa do Mundo, aumenta a preocupação com a segurança nos
aeroportos do país. Entretanto, para o presidente do Sindicato dos
Policiais Federais do Distrito Federal (Sindpol-DF), Flavio Werneck,
hoje o Brasil não tem uma segurança aeroportuária adequada para receber
aproximadamente 600 mil turistas que são esperados durante o evento. Guarulhos: Presos suspeitos de seguir e assaltar passageiros no aeroporto
Nessa entrevista em vídeo ao iG,
Werneck afirma que pelas condições de segurança dos aeroportos
brasileiros existe “80% de chance de uma pessoa mal intencionada entrar
no país (...) Entre elas, não podemos descartar a ação de terroristas”,
afirma o presidente do sindicato.
Segundo informações do
Sinpol-DF, algumas inspeções internas têm reprovado os aeroportos
brasileiros. Em Brasília, por exemplo, uma pessoa sem crachá teria
conseguido transitar pelas áreas restritas do Aeroporto Juscelino
Kubitschek, conforme o Sinpol-DF. A Inframérica, administradora do
Aeroporto JK, informou desconhecer essa informação. Leia também: Funcionários de empresa aérea são assaltados na saída de Congonhas
Um
fato que também preocupa os agentes da Polícia Federal é a falta de
equipamentos adequados para detectar passaportes falsos ou até mesmo
explosivos. Segundo Werneck, os scanners de bombas no Aeroporto de
Brasília, por exemplo, são de propriedade das próprias empresas de
aviação, não é um item do aeroporto. A Inframérica, do outro lado,
informou que “na legislação brasileira não existe a previsão desse tipo
de equipamento para uso em aeroportos, sendo que para identificar bombas
e explosivos são usados os equipamentos scanners de bagagens do tipo
raio-x e ETD (Detector de Traços Explosivos) para casos suspeitos”.
Um
outro episódio de insegurança nos aeroportos, conforme Werneck, ocorreu
em outubro do ano passado no aeroporto de Guarulhos. Segundo ele, um
paquistanês de nome Gulzar Husain, foragido da Turquia, conseguiu entrar
no Brasil por Guarulhos com um passaporte inglês falso. A direção do
aeroporto de Guarulhos, entretanto, não confirmou essa informação. Confira abaixo os principais trechos da entrevista de Flávio Werneck ao iG Vídeos: Alan Sampaio/iG Insegurança nos aeroportos
De
acordo com o presidente do Sindicato dos Policiais Federais do Distrito
Federal, Flávio Werneck, os aeroportos brasileiros sofrem com a falta
de agentes federais e com a deficiência de equipamentos de segurança. Um
exemplo são os scanners de passaportes que, segundo ele, não estão mais
conseguindo detectar documentos falsificados. “O sistema não está
funcionando em sua plenitude, existem muitas falhas”, afirma.
Armas nos aeroportos
Para
Werneck, hoje é fácil uma pessoa conseguir embarcar armada em um
aeroporto brasileiro. Segundo ele, basta a falsificação de um carimbo de
permissão de transporte de armas para que uma pessoa consiga transitar
armada normalmente pelos aeroportos brasileiros. “Nosso sistema de
controle é muito vulnerável”, afirma. “O controle é feito por um
servidor terceirizado que lança o nome da pessoa com a arma em um
sistema no excel e esse acesso é feito via carimbo. Um carimbo normal
não padronizado”
Equipamento antibombas
O
presidente do Sindicato dos Policiais Federais do DF afirma que o
aeroporto de Brasília não conta com um equipamento essencial para evitar
a entrar de explosivos ou bombas, chamado espectômetro. Segundo ele, o
aparelho é obrigatório para voos diretos dos Estados Unidos ao Brasil.
“O que ocorre em Brasília é que a PF confia nas empresas aéreas na
detecção de eventuais explosivos”, afirma.
Tetroristas no Brasil
As
falhas de segurança nos aeroportos, conforme Werneck, abrem brechas
para a entrada de terroristas no país durante a Copa do Mundo. Segundo
ele, existe pelo menos 80% de chance de um terrorista conseguir entrar
no país sem maiores problemas por essas falhas de segurança nos
aeroportos. “Há grande chance de um terrorista ou pessoa com má intenção
sem que ela sequer seja identificada no Brasil”, acredita.
Soluções para os aeroportos
Werneck
aponta que atualmente falta “vontade política” do governo federal para
melhorar a segurança dos aeroportos brasileiros. “A gente precisa aliar a
competência, precisamos de efetivo policial, de treinamento, de
equipamento e para isso tudo acontecer tem que ter vontade política. E
não temos nem equipamentos, nem vontade política”, finaliza.
O assassinato da adolescente Yorrally
Ferreira, de 14 anos, deve levar o Senado a votar uma PEC (Proposta
de Emenda à Constituição) que propõe reduzir a maioridade penal para
crimes hediondos de 18 para 16 anos. A proposta havia sido rejeitada
pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), mas seu autor, o senador
Aloysio Nunes (PSDB-SP), prometeu levá-la ao plenário do Senado e, nesta
semana, recebeu o apoio da família de Yorrally; saiba mais
O que tem em comum um prato de feijoada carioca, um virado à paulista,
um tutu mineiro e uma moqueca baiana ou capixaba? A cerveja, é claro! Essa é a
afirmação de centenas de brasileiros que participaram de uma pesquisa realizada
pelo Ibope
Um juiz federal norte-americano barrou nesta segunda-feira novas
restrições ao aborto no Estado do Texas, declarando-as
inconstitucionais. Com isso, as novas regras sobre o tema, consideradas
as mais restritivas dos Estados Unidos, não entrarão em vigor amanhã,
conforme planejavam as autoridades estaduais.
Na decisão, o
juiz Lee Yeakel argumenta que a nova lei viola o direito dos médicos de
tomarem as decisões que acreditam ser melhores para suas pacientes.
A lei estadual tinha como objetivo restringir onde, como e quando uma gestante pode abortar no Texas.
Grupos de defesa do direito de escolha da mulher recorreram à justiça
sob o argumento de que a nova legislação não protegia a gestante e
resultaria no fechamento de cerca de um terço das clínicas que
interrompem gestações no Texas.
A promotoria texana alega que o
texto protege a vida da mulher e a vida do feto e deve recorrer da
decisão. Fonte: Associated Press.
O ex-senador Osmar Dias (PDT) tem nesta sexta-feira (21) um
encontro decisivo para seu futuro político e a definição do quadro
eleitoral no Paraná. Osmar se reúne em almoço com a presidente Dilma
Rousseff (PT) em Brasília, e no cardápio da conversa estarão às
possibilidades que o pedetista tem para a disputa de outubro. Dilma e o
PT tentam convencê-lo a concorrer ao Senado na chapa da pré-candidata
petista ao governo, senadora Gleisi Hoffmann. Mas Osmar resiste em
entrar em uma disputa direta com o irmão e candidato à reeleição,
senador Álvaro Dias (PSDB), temendo que ela acabe sendo mal interpretada
pelo eleitorado e prejudicando ambos.
A questão foi abordada
publicamente na semana passada, durante passagem do ex-presidente Luiz
Inácio Lula da Silva por Curitiba para um encontro estadual do PT que
serviu como uma espécie de pré-lançamento da candidatura de Gleisi e
teve a participação do pedetista. Na ocasião, ao discursar Lula afirmou
que gostaria de ter Osmar na chapa da petista como candidato ao Senado,
mas que compreendia a dificuldade do aliado em aceitar a missão. Quando o
próprio Osmar discursava, militantes do PT puxaram o côro de “vice”, em
uma menção à outra possibilidade do pedetista: a de ser companheiro de
chapa de Gleisi como candidato a vice-governador. O pedetista, porém,
tratou de desconversar, dizendo que “dá muito trabalho como vice”.
Correligionários
de Osmar afirmam que ele não tem perfil para ser vice, até por já ter
disputado duas vezes o governo do Estado, em 2006 e 2010, tendo sido
derrotado respectivamente por Roberto Requião (PMDB) e o atual
governador Beto Richa (PSDB). Restaria, portanto a ele, uma candidatura a
deputado federal ou não disputar as eleições deste ano, permanecendo no
cargo de vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil, para o
qual foi nomeado por Dilma após a última derrota eleitoral.
Prazo
— Com o “recall” das eleições passadas, aliados avaliam que Osmar
poderia fazer uma grande votação caso se candidatasse à Câmara Federal,
podendo “puxar” votos e eleger pelo menos mais três candidatos de seu
partido à Casa. O problema é que essa possibilidade também é vista com
reservas por ele, já que poderia ser interpretada como um sinal de
decadência eleitoral para quem já foi senador por dois mandatos e quase
chegou ao governo em 2006, quando perdeu a eleição para o então
governador Requião no segundo turno por uma diferença de pouco mais de
dez mil votos.
Restaria então a ele permanecer no Banco do
Brasil, na expectativa de que em uma eventual reeleição de Dilma, ser
alçado a um cargo mais expressivo no plano federal. Osmar já foi cotado
várias vezes para assumir o comando do Ministério da Agricultura, sua
principal área de atuação. Entre os petistas, porém, o comentário
corrente é que sem um mandato expressivo, ele perderia capital político e
dificilmente teria apoio para conquistar o cargo em uma segunda gestão
da petista.
Conhecido por alimentar o mistério em torno de suas
decisões político-eleitorais até a última hora, Osmar desta vez não
poderá postergar por muito tempo uma definição. Por conta da lei, caso
queira disputar qualquer cargo eletivo em outubro, terá que se
desincompatibilizar do posto no Banco do Brasil até o próximo dia 4,
seis meses antes das eleições.
O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto da Costa
– preso ontem (20) no Rio de Janeiro por suspeitas de envolvimento com
doleiros investigados por lavagem de dinheiro na Operação Lava Jato, da
Polícia Federal – deverá ser encaminhado ainda hoje (21) à
Superintendência da Polícia Federal (PF) no Paraná, onde será
interrogado. O mandado de prisão teve por base indicações de que ele
tentava "retirar e esconder" provas que poderiam ajudar a PF na
investigação contra a organização criminosa que, segundo os
investigadores, movimentou cerca de R$ 10 bilhões nos últimos três anos,
Na segunda-feira (17), quando teve início a operação que resultou na
prisão de 24 pessoas e do ex-diretor da estatal, a PF fez diversas
buscas. Uma delas foi na casa de Paulo Roberto da Costa, onde foram
encontrados montantes de R$ 751,4 mil e de US$ 181,45 mil em espécie.
Agora, os investigadores querem ouvir as explicações dele também sobre
isso.
As suspeitas foram reforçadas depois que a PF constatou que Costa
teria ganhado uma land rover do doleiro Alberto Youssef, alvo de outras
investigações da PF – entre elas o caso Banestado.
A Operação Lava Jato já apreendeu, além de dinheiro, documentos e
carros de luxo, obras de arte e joias em seis estados e no Distrito
Federal. Na capital federal foram presos três suspeitos. Um deles, o
dono de um dos maiores postos de combustíveis da área central de
Brasília, próximo à Torre de TV, onde também funciona uma lavanderia e
uma casa de câmbio. Os doleiros investigados são responsáveis pela
movimentação financeira e pela lavagem de ativos de diversas pessoas
físicas e jurídicas envolvidas em crimes como corrupção de agentes
públicos, sonegação fiscal, evasão de divisas, extração e contrabando de
pedras preciosas e desvio de recursos públicos.
A operação foi chamada Lava Jato porque o grupo usava uma rede de
lavanderias e postos de combustíveis para movimentar os valores. Os
mandados foram expedidos pela Justiça Federal no Paraná. São cumpridas
também ordens de sequestro de imóveis, além da apreensão de patrimônio
adquirido por meio de práticas criminosas, bloqueio de contas e
aplicações bancárias.
A União Europeia (UE) e a Ucrânia assinaram nesta sexta-feira parte
de um amplo acordo político e econômico, em meio à escalada das tensões
entre Ocidente e Rússia. No segundo dia de uma cúpula de líderes da UE
em Bruxelas, o primeiro-ministro da Ucrânia, Viktor Yatsenyuk, e líderes
europeus assinaram várias seções do acordo que preveem maior diálogo
político e cooperação em segurança. Mas as partes mais substanciais -
abrangendo comércio, aplicação da lei, medidas de combate à corrupção e
macroeconomia - provavelmente não serão assinadas até a Ucrânia realizar
eleições, em maio.
A UE já propôs conceder à Ucrânia os benefícios comerciais do acordo -
eliminação de tarifas na maior parte das exportações ucranianas para o
bloco - antes de ele ser assinado. Essas etapas buscam apoiar a economia
da Ucrânia e o frágil governo de transição, meses após o ex-presidente
Viktor Yanukovich, sob pressão da Rússia, ter se recusado a assinar o
documento. A decisão provocou protestos, confrontos violentos com a
polícia ucraniana e acabou tirando Yanukovich do cargo. "Este acordo
satisfaz as aspirações de milhões de ucranianos que querem fazer parte
da União Europeia", disse Yatsenyuk na cerimônia de assinatura.
Líderes da UE também concordaram em antecipar a data-limite para
finalizar acordos políticos e comerciais com a Geórgia e a Moldávia.
Antes, a previsão de assinatura desses acordos, que estreitam os laços
dos dois países com o bloco, estava prevista para agosto. A medida foi
tomada por preocupações europeias de que a Rússia aumentará a pressão
sobre as duas nações para abandonar a negociação com a UE, como fez com a
Ucrânia no ano passado.
No início da manhã de sexta-feira, a UE aprovou uma nova lista de
sanções a alvos russos, incluindo membros da equipe de governo do
presidente da Rússia, Vladimir Putin. Os novos nomes serão acrescentados
a uma lista de 21 russos e crimenianos que já haviam sido alvo de
impedimento de viagens ou congelamento de ativos. Os novos alvos de
sanções da UE, que serão identificados ainda nesta sexta-feira, são
todos russos e não incluem empresários, de acordo com uma fonte que teve
acesso à lista. Fonte: Dow Jones Newswires.
Na área da Segurança Pública, a Operação Verão Paraná 2013/2014
observou redução nos roubos, veículos furtados/roubados, homicídios e no
índice de perturbação do sossego, na comparação com a temporada do ano
anterior. Paralelamente, houve aumento na apreensão de drogas. Essas são
algumas das conclusões que a Secretaria da Segurança Pública divulgou,
no início da manhã desta quarta-feira (12), com a apresentação dos
principais resultados operacionais obtidos pelas polícias Militar, Civil
e Científica durante os trabalhos da Operação Verão. O volume de
maconha apreendida cresceu 80% (passando de quase 8 para 14,3 quilos) e o
de crack 54% (passando de quase 1.800 para mais de 2.770 pedras). Já a
cocaína apresentou queda de 78% nas apreensões (passando de 728 para 157
gramas). O balanço consta no relatório produzido pela PM.
Mesmo com maior movimento nas praias, os roubos registrados pela PM –
na comparação com o ano anterior – caíram 8% (137 ocorrências contra
126); os veículos roubados reduziram 55% (passando de 20 para 9) e os
furtados 15% (de 44 para 37). Durante o período, o fluxo médio diário de
veículos de passeio circulando no litoral aumentou 7%, de acordo com
monitoramento da Polícia Militar. “O trabalho integrado entre as
polícias Civil e Militar, juntamente com as orientações e salvamentos do
Corpo de Bombeiros e com atendimentos mais rápidos da Polícia
Científica, nos exames solicitados, garantiram um verão mais seguro”,
afirma o secretário da Segurança Pública, Leon Grupenmacher.
Durante os 75 dias de operação (15% mais longa do que a operação
anterior), de 20 de dezembro a 05 de março, a Polícia Militar apreendeu
126 armas, prendeu 754 pessoas e apreendeu 68 adolescentes. Houve,
ainda, 11 estupros. Também segundo a PM, houve aumento de 57% nas
notificações de trânsito (de 3.274 na temporada anterior para 5.143),
com 18 veículos recuperados.
“A Operação Verão foi um sucesso, tivemos uma redução na
criminalidade e em tudo aquilo que poderia afetar o veranista, que pode
aproveitar a temporada com tranquilidade. A PM fez a sua parte,
desempenhando bem o trabalho”, diz o comandante-geral da Polícia
Militar, César Vinícius Kogut.
A preparação para a Operação Verão na PM começou em maio do ano
passado, com ações do setor de inteligência. “De dezembro a fevereiro
foi o ápice da aplicação do efetivo ostensivo. Tivemos a preciosa
participação de Polícia Civil, Águas do Paraná, Copel, Sanepar, que no
todo resultaram nesses bons índices”, conta o subcomandante-geral da PM,
coronel Péricles de Matos.
BOMBEIROS – Entre as atividades educativas, foram distribuídas 27.254
pulseirinhas de identificação para as crianças (aumento de 37% em
relação a 2012/2013). Para garantir a segurança dos banhistas, os
profissionais do Corpo de Bombeiros fizeram 57.455 advertências e 864
salvamentos. A temporada terminou com seis afogamentos. “Tivemos um
número baixíssimo de afogamentos e das ocorrências de forma geral no
litoral do Estado. Isso demonstra que todo o nosso planejamento prévio
surtiu efeito e conseguimos cumprir nosso dever, atendendo bem a
população”, afirma o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Juceli
Simiano Junior.
PERTURBAÇÃO DO SOSSEGO – No início da Operação Verão, a perturbação
do sossego chegou a ocupar 80% das chamadas ao telefone 190, demanda
semelhante aos últimos anos, de acordo com o acompanhamento feito pela
PM. A situação desencadeou ações para diminuir o crime, com tolerância
zero contra a perturbação do sossego e apoio irrestrito do Poder
Judiciário (Juizado Especial Criminal). Com as medidas adotadas e o
comprometimento do efetivo policial, o número de ocorrências diminuiu
51%, tendo como base o mesmo período do ano anterior.
TRÂNSITO - Os resultados do policiamento rodoviário mostram 4.890
autuações no transcorrer da Operação Verão, com registro de 6.996
situações de excesso de velocidade, 54 casos de embriaguez (artigo 165
do Código de Trânsito Brasileiro) e outros 27 pelo artigo 306, com um
total de 194 acidentes (119 feridos e dois mortos).
HOMICÍDIOS – De acordo com dados estatísticos da Coordenadoria de
Análise e Planejamento Estratégico (Cape) da Secretaria da Segurança
Pública, houve redução de 20,8% no índice de homicídios dolosos (com
intenção de matar), verificado durante a Operação Verão deste e do ano
passado (24 contra 19 ocorrências).
OPERAÇÕES AÉREAS – E, para garantir agilidade nos atendimentos de
urgência e emergência, um helicóptero do Batalhão de Polícia Militar de
Operações Aéreas (BPMOA) transportou 73 vítimas para hospitais
especializados. Foram 96 missões de bombeiros e 26 missões policiais com
o uso da aeronave no litoral.
APROVAÇÃO – Os números demonstram todo o empenho obtido durante o
período, corroborado com pesquisa realizada pela PM junto aos
veranistas, que demonstrou que 91% dos entrevistados aprovou os serviços
da corporação, relatando que foram bem atendidos – 63% perceberam
melhoras no serviço da corporação.
POLÍCIA CIVIL – A Polícia Civil instaurou 803 inquéritos durante este
verão no litoral. Entre os 536 flagrantes lavrados, 96 foram por
violência contra a mulher (Lei Maria da Penha), 119 por embriaguez ao
volante, 113 por furto/roubo e 54 por tráfico. O restante refere-se a
outros crimes.
De acordo com as informações do relatório da Polícia Civil, também
foram apreendidos 12 quilos de maconha; 3,3 quilos de crack; 601 gramas
de cocaína, 24 pontos de LSD, 43 pontos de ecstasy e oito frascos de
lança-perfume.
“Batemos o recorde no número de veranistas, então seria normal se
houvesse aumento da criminalidade, o que não ocorreu, pela dedicação dos
policiais escalados para trabalhar na operação. Outro fator que
contribuiu foi o empenho do governo do Estado, que adquiriu mais
viaturas e aumentou consideravelmente o efetivo, garantindo maior
segurança para a população”, avalia o delegado-geral da Polícia Civil,
Riad Braga Farhat.
POLÍCIA CIENTÍFICA – Os principais objetivos dos trabalhos conduzidos
pela Polícia Científica na região litorânea neste período foram
humanizar o atendimento e acelerar a produção dos laudos necessários.
“Trouxemos os serviços para perto do veranista, para que não precisasse
passar por mais transtornos ao recorrer a nós, uma vez que se tratavam
de casos de pessoas que já haviam sido vítimas de algum crime ou
acidente”, conta o diretor administrativo da Polícia Científica, Moisés
Nunes.
“E a resposta dada também foi mais célere, muitas vezes com a entrega
do laudo até no mesmo dia. Por exemplo, exames toxicológicos não vieram
mais para Curitiba, sendo feitos lá mesmo no litoral”, explica ele. Em
casos de óbitos, os deslocamentos também foram minimizados, sempre que
possível.
Ao todo, a Polícia Científica fez 384 perícias durante esta Operação
Verão (foram 157 pelo Instituto de Criminalística e 227 pelo Instituto
Médico-Legal). Havia duas bases da instituição no litoral, em Guaratuba e
em Matinhos.
Foram 55 exames realizados pela Seção de Crimes Contra o Patrimônio
(por exemplo, em veículos e de chave falsa), nove pela Seção de
Acidentes de Trânsito, 20 pela Engenharia Legal (incêndio, intensidade
sonora, equipamentos eletrônicos, máquinas e equipamentos), 27 da Seção
de Crimes Contra a Pessoa, nove de Identificação Perícia e Judiciária,
37 de Balística Forense (arma de fogo, arma branca e munição).